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POLITICA

Sexta-feira, 14 de Junho de 2019, 15h:33

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GREVE

Manifestantes fazem marcha em Cáceres em dia de "Greve Geral"

Movimento partiu em duas frentes e teve ato final na praça Barão do Rio Branco. Ação faz parte de movimento coordenado em todo o país.

Por: Joner Campos I Cáceres Notícias

Reprodução

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Os professores do ensino público estadual também aproveitaram para exigir resposta do governo do estado de Mato Grosso em relação a Revisão Geral Anual de 2018.

Professores, profissionais da saúde, servidores públicos e sindicalistas se mobilizaram na manhã de hoje em uma marcha pelo centro de Cáceres em alusão à "Greve Geral". O movimento faz parte de uma ação coordenada em todo país e deflagrada nesta sexta-feira (14) contra a reforma da previdência proposta pelo governo Bolsonaro.

O movimento começou por volta das 8h com duas marchas na cidade. Uma das frentes partiu do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Cáceres e outra do campus Jane Vanini, da Unemat, no bairro Cavalhada. A manifestação terminou com um ato na praça Barão do Rio Branco, no centro. A polícia esteve presente para garantir a segurança dos manifestantes e não foram registradas ocorrências.

De acordo com o presidente da subsede em Cáceres do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público Estadual (Sintep), Régis Aparecido de Oliveira, o movimento tem o objetivo de conscientizar a população sobre os riscos da Reforma da Previdência proposta por Bolsonaro. "Esse projeto criminaliza um projeto solidário, que é a atual previdência, e no lugar coloca um projeto rentista. Isso não serve pro trabalhador brasileiro e causa um dano enorme", afirma Oliveira.

Além da pauta geral tomada pelo movimento, os professores do ensino público estadual também aproveitaram para exigir resposta do governo do estado de Mato Grosso em relação a Revisão Geral Anual de 2018. Os professores estão em greve há duas semanas e tiveram o ponto cortado. "Nós só queremos o que é nosso de direito por lei, não queremos nada além disso. Acho que a sociedade está entendendo nossa indignação e conseguimos passar nosso recado", diz o presidente da subsede do Sintep em Cáceres.