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POLITICA

Terça-feira, 17 de Setembro de 2019, 18h:35

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CÁCERES

Ministério do Turismo libera 17 milhões de reais para orla de Cáceres

Outros recursos serão necessários para realização da obra de revitalização da orla. Expectativa da prefeitura é que a licitação saia ainda neste ano.

Por: Joner Campos I Cáceres Notícias

joner.campos@caceresnoticias.com.br

Reprodução

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A construção da orla do Rio Paraguai é uma promessa de campanha do prefeito Francis Maris, feita há 7 anos.

Em entrevista à imprensa na tarde desta segunda-feira (16) o prefeito de Cáceres, Francis Maris Cruz, anunciou a liberação de R$ 17 milhões do Ministério do Turismo para as obras de revitalização da orla do Rio Paraguai na cidade. O montante, no entanto, não é suficiente para o custeio de toda a obra, orçada em mais de R$ 20 milhões.

De acordo com o prefeito, parte do restante do valor necessário virá de recursos próprios, a expectativa é que o restante seja conseguido com ajuda parlamentar. “Precisamos colocar contrapartida do município e vamos trabalhar junto ao governo do estado e à bancada federal, para completar o valor necessário. É um projeto muito audacioso que, sem sombra de dúvidas, vai atrair muito turismo pra nossa cidade e fazer com que o cacerense tenha orgulho de sua terra”, afirma Francis.

A prefeitura espera que com essa quantia assegurada do Ministério do Turismo, a licitação para a obra possa ser feita até o final deste ano. “Temos que arrumar toda a documentação necessária entregar ao Ministério e à Caixa. Mas esse é um dinheiro garantido e que será liberado com mais facilidade. É muito provável que a licitação seja feita ainda em 2019 e que a Orla seja entregue revitalizada em três anos de obras, começando em 2020”, diz o prefeito.

O projeto de revitalização da orla do Rio Paraguai em Cáceres prevê mais de 78 mil metros quadrados de área construída, deque flutuante, fontes e outros. Diferentemente do previsto anteriormente, com este projeto nenhuma edificação será desapropriada, confirma Francis Maris Cruz. “O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional não aceitou que fosse realizada nenhuma demolição, exigiu que fosse preservado o centro histórico. Já que não era possível fazer essas alterações nós readequamos o projeto com o avanço da área construída para parte do rio”.